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The Legend of Zelda: como a psicologia das cores ajudou a moldar a franquia

The Legend of Zelda: como a psicologia das cores ajudou a moldar a franquia

Em 2026, a franquia The Legend of Zelda celebra 40 anos de história, consolidando-se como uma das séries mais influentes dos videogames. Mais do que aventuras épicas, Zelda construiu sua identidade também através da forma como utiliza cores para guiar emoções, atmosferas e a própria percepção de Hyrule ao longo das gerações. Aproveitando o ano de celebração e com o possível remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no horizonte, as discussões sobre sua importância estética e narrativa retornam aos holofotes. Vale lembrar que Ocarina of Time moldou a indústria da época e basicamente ensinou às desenvolvedoras como criar jogos de aventura em 3D. Durante minha longa jornada como jogador me deparei com diversos cenários e distribuição de paletas de cores impressionantes. Uma das que mais me marcou foi a utilizada em Skyward Sword. Tanto o padrão de aquarela quanto os traços impressionistas ajudaram não só a formar a identidade do jogo, mas também contribuíram para esconder a principal deficiência do Wii: a falta de poder do console. No entanto, essa característica acabou me cativando tanto que elegi Skyward Sword como meu jogo favorito da franquia, apesar de todas as suas questões, especialmente a versão de Wii. Seu visual é literalmente uma obra de arte! Tendo isso em mente, falaremos sobre como a psicologia das cores ajudou a forjar a franquia e sua contribuição para transformar os jogos da série em uma experiência visual e emocional única. Boa leitura! Continue lendo » Matéria originalmente publicada no Nintendo Blast.

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2h atrás